UM POR TODOS... E TODOS POR UM !

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Dia de TERAPIA

FALTA DE SENTIDO


O tédio e a tristeza se instalam facilmente quando agimos passivamente, quando fazemos as coisas por fazer e não pela satisfação de estar fazendo, quando nos guiamos por aparências e não pela convicção do que queremos e do que somos, quando não nos mobilizamos para mudar nossa forma de pensar e agir.

Não é possível eliminá-los se não estivermos dispostos a assumir responsabilidades sobre nossa vida.
Quando damos algum passo para melhorar nossas atitudes, ocorre um importante crescimento de nossos valores. Fugir de si mesmo e não enfrentar os problemas existenciais aumentam o vazio interior e a falta de estímulo à vida.

De modo geral, ignoramos o que queremos e sentimos. Parece que vivemos por viver, sem ideais, objetivos claros, valores que nos impulsionem a crescer. Falta vivermos por algo mais, ultrapassarmos o querer imediato e material. É muito positivo, também, nos doarmos mais aos outros, e não vivermos só para nós mesmos. Não há vazio naquele que alimenta um propósito ou interesse. O trabalho em busca de atingir esse fim afasta a sensação depressiva.

Há que se buscar descobrir algo que possa gerar satisfação e impulsionar à mudança. Valores e metas são fundamentais. Podemos, então, ultrapassar condicionamentos.

É preciso apaixonar-se por algo !

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Dia de TERAPIA

DIFICULDADE DE RELACIONAMENTO


Trabalhar a dificuldade de relacionamento - consigo, com os outros e com a vida demanda tomar consciência dos sentimentos. Os sentimentos são a maneira de nos percebermos. São nossas reações em relação ao mundo.

Cada um age de acordo com os sentimentos que tem.
Compreender nossos sentimentos é nos compreender e às nossas reações.

Não procurar negá-los ou reprimi-los.
É importante tomar consciência deles.
Quanto mais reprimidos ou negados, menos energia teremos para nos assumirmos ou modificarmos.

Primeiro passo : ser honesto consigo mesmo.    
- Como é difícil e penoso às vezes !

Segundo passo : questionar-se a respeito de si e do que sente.     
- Eu me aceito como sou ? Que coisas não aceito em mim e na minha vida, do que tenho medo, o que me ameaça, o que é realmente importante para mim.... ? 

Terceiro passo : buscar aprender com a observação e com a inversão de papéis :
Em relação aos outros e ao meio em que nos inserimos, observar mais, julgar menos. Tentar nos colocar no lugar do outro ajuda muito a enxergar as coisas.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Dia de SAÚDE

BOM HUMOR


Bom humor e emoções positivas fortalecem o organismo.

Exercitar a alegria é um bom caminho para viver bem e envelhecer bem. A importância do bom humor e dos sentimentos positivos está documentada cientificamente. Um dos trabalhos mais importantes a respeito do assunto foi conduzido por pesquisadores da Universidade Yale, nos Estados Unidos. Seus resultados mostram que nossas expectativas em relação à velhice determinam o modo como envelheceremos. A conclusão é que o impacto do otimismo sobre a longevidade equivale aos benefícios de não fumar e manter o colesterol e a pressão arterial em patamares saudáveis.

Os primeiros estudos sobre a importância do bom humor para a saúde datam do fim da década de 70.   Um dos marcos dessa nova frente de investigação da medicina foi o lançamento, em 1979, do livro A Anatomia de uma Doença.

As emoções positivas inibem a produção de dois hormônios que, em excesso, são extremamente danosos à saúde. Essas substâncias rebaixam as defesas do organismo, propiciando o aparecimento de infecções e dificultando o tratamento de uma série de doenças, inclusive a recuperação de infartos. Em grandes quantidades, elas também elevam a pressão arterial, facilitando a manifestação de problemas cardiovasculares.
A negatividade, por sua vez, justamente por estimular esses hormônios, tem o impacto de uma bomba atômica.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Dia de TERAPIA

A MENTE PODE SER EXERCITADA...


Para evitar ansiedade, angústias, controlar tensões... e administrar suas repercussões em nossas vidas e em nossos corpos. Como ? Treinando o subconsciente de modo a impedir que o processo avance e/ou que não se desencadeie com a mesma intensidade e/ou frequência. Podemos nos administrar melhor, utilizando nossos próprios meios.

Acostumamo-nos de tal modo com nosso modo de pensar e nos habituamos de tal forma a certos tipos de pensamentos que não nos damos conta de possuí-los e de que eles dirigem nossas vidas e nosso modo de ser.

Identificar nosso “modo pensante” é um dos primeiros passos para as mudanças. O cérebro tem automatismos. Devemos atuar dirigindo-os pessoalmente num processo de substituição.

O método mais simples de influirmos sobre nosso subconsciente é de um cientista francês que estudou, por mais de vinte anos, a influência recíproca entre imaginação (subconsciente) e vontade (consciente), estabelecendo quatro leis que demonstram muito sobre como funciona nossa mente :

*1ª lei : Quando a vontade e a imaginação são conflitantes, é sempre a imaginação a “vencedora”.

A idéia é mais forte que a vontade e termina por impor-se. O que esclarece porque falham nossos esforços quando querem apoiar-se na vontade, contrariada pela imaginação/ subconsciente. É a tirania dos maus hábitos.

*2ª lei : No conflito entre a vontade (consciente) e a imaginação (subconsciente), a força da imaginação está na razão direta do quadrado da vontade.

É a chamada “lei do esforço convertido”. Quanto mais nos esforçamos para nos libertar de certas características mais sentimos que elas se impõem. Basta que em nossa mente se instale a idéia de dificuldade, de impossibilidade (“não posso, não consigo”). O fato de procurar usar a vontade ao invés da imaginação, de esforço em vez de pensamento, é responsável por muitos fracassos no domínio de si. A explicação é que quando se efetua algo em estado de ansiedade ou nervosismo, a idéia de um possível erro associa-se com a emoção do medo. Uma emoção subconsciente, na direção oposta ao desejo. Assim, pode-se ficar “paralisado” pelo medo.

*3ª lei : Quando a vontade (consciente) e a imaginação (subconsciente) se identificam, uma não apenas se ajusta à outra, mas uma se multiplica pela outra. Se a energia de ambas é oposta, há gasto de “duas” energias (se opondo) mas sem resultante. Quando não há oponência há, do mesmo modo, duas energias em ação... mas expressas em soma. Por isso faz-se tão importante a maneira de pensar.

4ª lei : A imaginação (subconsciente) pode ser gerenciada pela vontade (consciência)...  se não o fizer sob força, mas sob treino.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Dia de PSICONEUROIMUNOLOGIA

COMUNICAÇÃO CELULAR


Pesquisadores perceberam, por uma série de experiências, que pensamentos são capazes de estabelecer as condições de funcionamento do sistema imunitário, que deve proteger o organismo contra agressões externas, diferenciar o que é próprio do que é estranho e manter o equilíbrio interno. Verificaram que animais de laboratório, submetidos a condições diversas de estresse, tinham uma queda acentuada na função imunitária. Isso os expunha a mais doenças e, muitas vezes, determinava sua morte.

Entre seres humanos, comprovou-se que pessoas que viviam em tensão psicológica elevada tinham mais surtos de resfriados, que duravam mais dias, do que pessoas com baixo nível de tensão psicológica.
Percebeu-se, então, que o sistema imunitário é manipulado pelo sistema nervoso sob a influência dos pensamentos. Daí, surgiu a psiconeuroimunologia.

Numa observação com homens, que cuidaram de suas esposas com câncer de mama em estado terminal, evidenciou-se que seu sistema imunitário estava em ordem até a morte das mulheres. A partir daí, apresentava diminuição de sua capacidade funcional, o que acarretava o adoecimento dos homens e a morte de diversos deles. Os cientistas indagaram, diante disso, como o sistema imunitário tomava conhecimento da tristeza e aparentemente ficava triste também.

Receptores e mensageiros: 
Sabia-se que as células imunitárias tinham moléculas proteicas na sua superfície, chamadas receptores, encarregadas de captar moléculas de substâncias que circulam pelo corpo. Pesquisas revelaram, porém, que esses receptores estavam espalhados também pelo cérebro, medula espinhal, rins, intestinos e, finalmente, por todos os tecidos do organismo. E que eram capazes de reconhecer qualquer tipo de substância que o organismo produzisse.

Depois, começaram e ser descobertas as substâncias químicas produzidas no cérebro pelos pensamentos e que eram enviadas a todas as células e reconhecidas pelos receptores. Essas substâncias, chamadas neurotransmissores formam, juntamente com os receptores celulares, o que a bióloga Candace Pert descreveu como uma rede psicossomática de comunicação mente-corpo.

Traduzindo: esses mensageiros químicos produzidos no cérebro pelos pensamentos viajam também através dos nervos e levam as células a funcionar conforme as notícias que carregam, como se fossem carteiros a entregar cartas com notícias boas ou más. Isso demonstra como tensões, tristeza, depressão, raiva e outros estados emocionais podem desencadear doenças. Por trás de cada condição dessas estão os pensamentos, que as estimulam.

As células bombardeadas durante longos períodos por mensagens de tensão, alteram para pior seu funcionamento. A conseqüência natural é seu desequilíbrio progressivo e a formação do que se chama doença, que primeiro se manifesta no funcionamento para, depois, provocar mudanças na estrutura.
As células recebem, pelas terminações nervosas, os mensageiros químicos, que lhes comunicam o que está se passando de positivo ou negativo na mente da pessoa.

Quando as notícias são negativas, de estresse, os vasos se contraem ou se dilatam, aumenta a secreção de determinados hormônios, diminui a defesa e a pessoa fica propensa a gerar sintomas pelas alterações a que está submetida. Daí, pode haver alterações anatômicas, que vão se traduzir como uma inflamação, um ressecamento, um excesso de oleosidade, uma descamação exagerada, um espessamento, etc... até caracterizar uma doença propriamente dita.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Dia de CIRURGIA

CIRUGIA BARIÁTRICA


Indicada para obesidade refratária a tratamentos clínicos, em pacientes com complicações importantes decorrentes do distúrbio metabólico.

Os critérios para indicação de cirurgia foram definidos há cerca de 15 anos e são aceitos até o momento. Deve-se oferecer o tratamento cirúrgico para todos os pacientes com IMC > 40 Kg/m2 ou para aqueles que tenham IMC > 35 Kg/m2 associados a qualquer comorbidade descrita anteriormente (1,2).

São consideradas contra-indicações para a cirurgia o alcoolismo, o uso de drogas ilícitas, algumas cirurgias gástricas prévias, a gravidez, a obesidade por síndromes genéticas ou endócrinas e a doença psiquiátrica preexistente.

Todos os pacientes devem realizar radiografias de tórax, uma rotina laboratorial completa, eletrocardiograma, endoscopia digestiva alta e ultra-sonografia abdominal total. Este último exame define que pacientes têm litíase biliar e necessitam de colecistectomia no mesmo tempo cirúrgico, ainda que assintomáticos (4).
Alguns grupos encontram uma incidência tão alta de formação de cálculo pós-cirurgia que preconizam a colecistectomia profilática em todos os pacientes (4).

Tipos de cirurgia:

Causadoras de malabsorção
As cirurgias causadoras de malabsorção foram as primeiras a serem realizadas no tratamento da obesidade em 1970 (1, 2). O bypass jejuno-ileal, anastomose término-lateral de 35cm de jejuno com 10cm do íleo terminal, causa um quadro clínico de síndrome do intestino curto.

É eficaz na perda de peso, mas o desenvolvimento de esteatose hepática, nefrolitíase por oxalato de cálcio, supercrescimento bacteriano na alça cega, anemia por deficiência de folato, vitamina B12 e outras carências vitamínicas são complicações freqüentes que inviabilizam a sua aplicação (1, 2, 5).

O bypass bíleopancreático, cirurgia em que se faz uma gastrectomia subtotal distal com uma gastroileostomia e anastomose jejuno-íleo terminal, é uma outra forma de se provocar malabsorção.

Além desse aspecto, a diminuição da capacidade de reservatório do estômago gera uma saciedade precoce e diminui a quantidade de alimento ingerido. Por ter os mesmo efeitos colaterais que a cirurgia anterior, seu uso só é justificável nos super obesos (1).

Causadoras de restrição gástrica
Existem algumas formas de se causar diminuição do volume gástrico, gerando saciedade precoce. A forma ideal é criar um pequeno compartimento de até 40ml de volume na porção superior do estômago. Este compartimento deve ser criado de forma longitudinal para evitar a estase alimentar e o supercrescimento bacteriano, além de facilitar a abordagem endoscópica e radiológica posterior.

O uso de "stapler" é ineficaz em longo prazo, pois permite a dilatação do compartimento formado, resultando em aumento de peso (1). Usando-se um anel de material não elástico, envolvendo o compartimento, é possível contornar este problema (1). Curiosamente, muitos pacientes rapidamente voltam ao seu peso inicial quando descobrem que líquidos hipercalóricos como sorvetes e milk shakes podem ser ingeridos sem provocar saciedade precoce.

Em um estudo realizado com 70 pacientes, apenas 38% deles mantinham menos de 50% do excesso de peso prévio (1). Apesar desses resultados pobres, esta cirurgia continua sendo defendida pela sua segurança e pela ausência de efeitos colaterais metabólicos importantes.

Uma nova cirurgia restritiva, que não tem tempo suficiente para conclusões definitivas, consiste no uso de um anel ajustável de silicone na porção superior do estômago (1, 4). O anel tem seu diâmetro ajustável através de um tubo de insuflação de água que tem uma válvula colocada no reto abdominal (4). Os resultados são controversos e, quando indicada, a cirurgia é realizada preferencialmente por via laparoscópica por ter menos complicações e diminuir o tempo de internação.

Causadora de restrição e Dumping
O bypass gástrico consiste na construção de um pequeno compartimento (10 a 30ml) na cárdia, separado totalmente do estômago distal, seguido de uma anastomose de alça jejunal neste compartimento.
Como é freqüente o refluxo biliar para o reservatório, a maioria dos cirurgiões faz a anastomose jejunal em Y de Roux. Esta é a cirurgia preferida da maioria dos grupos que têm experiência na cirurgia para tratamento da obesidade (1, 2, 4).

Além de causar saciedade precoce, alimentos hipercalóricos, geralmente hiperosmolares, causam síndrome de dumping ao chegarem no jejuno, limitando a sua ingesta (1, 2, 4).

Em um estudo com 134 pacientes submetidos a bypass gástrico, observados durante 5,5 anos em média, 60% dos pacientes com obesidade mórbida permaneceram com IMC abaixo de 30Kg/m2 e 33% abaixo de 35Kg/m2 durante todo o período de observação. Neste mesmo estudo, nos super obesos a resposta foi pior, embora bem superior às outras cirurgias descritas em outros estudos.

O número de complicações pós-operatórias é pequeno, sendo a anemia por deficiência de ferro e/ou vitamina B12 freqüentes, havendo necessidade de reposição (1). A estenose da anastomose gastrojejunal é outra complicação rara que pode ser resolvida com dilatação endoscópica (5).

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Dia de PSICOLOGIA

SEU MAIOR DESAFIO É VOCÊ


Lutamos incessantemente por títulos, cargos e coisas, exaustivamente contra prazos e contra os outros... mas somos, em verdade, nossos maiores desafios. Mal nos percebemos, ocupados em correr atrás do que ocorre ao redor. Incorporamos um piloto automático... e seguimos... vivendo mais em função de demandas externas do que de necessidades interiores.

Que atenção dispensamos à nossa própria construção ?
Quanta energia investimos em nós, de modo a nos tornarmos mais capazes de desenvolver nossas potencialidades e superar limitações pessoais ?

Melhorar características, superar traumas, controlar impulsos, vencer medos são os verdadeiros desafios !

Desafiar-nos, diariamente, a enxergar algo além de nosso nariz, desbravar um pouco mais de nosso território, conhecer nossas fronteiras, sobrepujar nossos próprios impasses, emergir de nossas dúvidas... faz-nos ver o que é realmente vitória e o que, realmente, é poder !

Seu maior desafio é você !